Me formei em psicologia na Universidade do Vale do Itajaí - UNIVALI (2014), sou especialista em Psicanálise e Análise do Contemporâneo pela PUC-RS (2024) e mestre em Antropologia Social e Cultural pela Vrije Universiteit Amsterdam (2026).
Também estudei no programa aberto de psicologia cultural da Universidade de Amsterdam (Open Programme - Introduction to Cultural Psychology - Universiteit van Amsterdam).
Construo um percurso com a psicanálise para meus atendimentos clínicos, baseado no tripé psicanalítico: formação teórica, supervisão e análise pessoal. Minha atualização teórica é feita constantemente com grupos de estudos e cursos de atualização.
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Mestre em Antropologia Social e Cultural pela Vrije Universiteit Amsterdam (Master of Science in Social and Cultural Anthropology) — 2026.
Especialista em Psicanálise e Análise do Contemporâneo pela PUCRS — 2024.
Formação em Psicologia Cultural pela University of Amsterdam (UvA) — 6 créditos europeus, equivalentes a 168 horas — 2024.
Psicóloga pela Universidade do Vale do Itajaí — UNIVALI — 2014.
Formação continuada em Psicanálise desde 2014, por meio de grupos de estudos, supervisão clínica e análise pessoal.
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Além do trabalho clínico de psicologia, possuo uma história de vivências com grupos de treinamento e projetos sociais:
2021 - 2022 - Coordenação de grupo de estudos sobre o livro “Introdução a algumas ideias de Bion” e supervisão clínica em dupla e individual de outros profissionais da psicologia.
2021 - 2022 - Projeto Desmistificando a Psicanálise
Projeto realizado em parceria com o psicólogo Nicácio Mendonça para realização de cursos online e formação continuada com o grupo de psicólogas da Clínica VIDAMIGA em Curitiba - PR.
2020 - 2022 - Instituto Rogério Rosa
Coordenadora do instituto que homenageia o fundador da Embraed em Balneário Camboriú, com trabalhos voltados para o desenvolvimento de pessoas e promoção dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis - ODS na região.
2019 - 2020 - Assessoria
Assessoria realizada para criação de Institutos e ONGs, e elaboração do projeto de identidade de cada uma delas.
2016 - 2020 - Academia do Psicólogo
Editora da plataforma de conteúdos online psico.club e organização da produção de conteúdos e cursos para psicólogos.
2016 - Projeto Minha Marca no Mundo
Criação de uma metodologia estruturada para desenvolver autoconhecimento profissional e facilitar a tomada de decisão na carreira e empreendimentos.
2015 - Projeto Decifra-te
Programa de atendimento clínico idealizado com dois colegas psicólogos, voltado para facilitar o acesso a terapia entre estudantes de psicologia e pessoas com baixas condições financeiras.
2012 - 2015 - Selo Social
Responsável pelos treinamentos sobre criação de projetos e impacto social com grupos de empresas, ongs e setor público em SC (Balneário Camboriú, Piçarras) e cidade de SP (Sorocaba, Votorantim, Salto, etc.).
2010 - 2012 - Instituto Fala Guri
Estágio e voluntariado em oficinas com adolescentes, educomunicação e divulgação da rede de garantia de direitos de crianças e adolescentes.
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Antes das formações, dos títulos e das teorias, existe a vida que me trouxe até aqui.
Vivi em Amsterdam por cinco anos. Tempo suficiente para aprender a pedalar sob chuva e vento, reconstruir uma rotina em outra língua e descobrir que pertencimento não é algo que simplesmente encontramos. Ele se constrói, aos poucos, nos vínculos, nos hábitos e nos lugares em que passamos a reconhecer algo de nós.
Viver entre o Brasil e a Holanda transformou minha maneira de compreender identidade, cultura e acolhimento. A migração deixou de ser apenas uma mudança de endereço e se tornou uma experiência profunda de reorganização: de quem somos, do que levamos conosco e daquilo que precisamos recriar quando a vida muda.
As viagens também ampliaram uma curiosidade que sempre me acompanhou. Gosto de conhecer cidades caminhando, observar seus ritmos, visitar museus, descobrir histórias e perceber como diferentes culturas constroem formas de amar, sofrer, cuidar e pertencer. Foi durante esses anos que a psicóloga se aproximou ainda mais da antropóloga e que muitas das perguntas presentes no meu trabalho ganharam novas camadas.
Minha história, entretanto, não é feita apenas de movimento e de descoberta. Ela também foi atravessada por rupturas, inseguranças, recomeços e pelo luto pela minha irmã, uma presença quase materna em minha vida.
Não conto isso porque acredito que o sofrimento, por si só, torne alguém mais preparado para cuidar de outras pessoas. Ter atravessado essas experiências não me faz saber o que o outro sente; ensinou-me justamente o contrário: cada dor possui uma linguagem própria e merece ser escutada sem pressa, sem comparações e sem respostas prontas.
Também me reconheço em uma combinação que, durante muito tempo, pareceu contraditória: sou profundamente sensível e, ao mesmo tempo, prática e determinada. Hoje entendo que uma característica sustenta a outra. A sensibilidade me ajuda a escutar, perceber nuances e respeitar o que ainda não pode ser colocado em palavras. A força me permite tomar decisões, atravessar mudanças e transformar desejo em movimento.
É desse encontro, entre psicologia e antropologia, Brasil e Holanda, pensamento e afeto, perdas e novos começos, que nasce a pessoa que sou e a forma como exerço meu trabalho.
Levo a clínica muito a sério, mas não me coloco fora da condição humana. Também sigo sendo transformada pelos vínculos, pela cultura, pelas escolhas e pelas histórias que encontro. E continuo acreditando que conhecer a própria história pode nos ajudar a viver com mais verdade, desejo e fome de vida.
Imprensa
Já contribuí como fonte para veículos nacionais em temas relacionados à psicologia, aos relacionamentos e à vida contemporânea. Veja aqui alguns exemplos:
Igualdade de gênero traz mais saúde para meninas
Entrevista para a Revista Veja Saúde, como fonte para informações sobre como diminuir a desigualdade de gênero entre meninos e meninas.
Nas profundezas da mente e o que o inconsciente é capaz
Entrevista para a revista Segredos da Mente sobre a diferença entre o inconsciente para os autores da psicologia e como ele funciona.
E se desdenhássemos da saúde física como fazemos com a mental?
Entrevista para o portal Catraca Livre sobre o tema “E se falássemos sobre Saúde física os absurdos que falamos sobre saúde mental?”.
14 coisas que você precisa saber para perder o medo de fazer terapia
Entrevista para o BuzzFeed Brasil para criação de uma lista com “14 coisas que você precisa saber para perder o medo de fazer terapia”.